A gestão de energia é algo essencial para empresas que desejam entrar no chamado Mercado Livre de Energia, também conhecido como Ambiente de Contratação Livre (ACL) e garantir uma maior liberdade na hora de escolher seus fornecedores de energia elétrica.

A partir desse serviço, é possível tomar decisões mais assertivas, ganhando em economia e tornando o negócio mais competitivo no mercado. 

Neste artigo, vamos abordar mais profundamente este assunto visando trazer informações importantes que possam ajudar no crescimento do seu empreendimento. Confira a seguir. 

Mercado Livre de Energia: uma realidade cada vez mais presente no Brasil

Em abril de 2024, a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (ABRACEEL) divulgou o mais recente balanço do Mercado Livre de Energia de 2023.

O levantamento descobriu que, no ano passado, as transações neste ambiente movimentaram aproximadamente R$ 100 bilhões, considerando o faturamento líquido de impostos, encargos e tarifas de uso do sistema de transmissão e distribuição.

Além disso, atualmente, o mercado livre representa 41% de toda a energia elétrica consumida no Brasil, com um total de 24.154 MWmed.

Números como esses mostram como a entrada nesse modelo está ganhando cada vez mais a preferência das empresas consumidoras de energia. 

Pudera: além de garantir uma maior economia na conta de luz, o MLE traz outros benefícios importantes para os empreendimentos, incluindo: 

  • Risco zero no mercado por meio do desconto garantido, podendo chegar em até 40% com fatura única e migração simplificada;
  • Maior previsibilidade e segurança para as despesas da companhia; 
  • Gestão sustentável, apostando na contratação de fornecedores que trabalhem com a energia vinda de fontes renováveis;
  • Melhora da reputação corporativa ao apostar em recursos que reforçam o compromisso da marca com a sustentabilidade.

Portanto, a migração para este ambiente se tornou uma decisão bastante estratégica para a maioria das organizações brasileiras.

O que é gestão de energia?

Partindo do cenário atual no mercado de energia que foi traçado no tópico anterior, existe um serviço que ganha cada vez mais relevância dentro deste contexto: a gestão de energia.

Este conceito diz respeito a um conjunto de ações, estratégias e processos que visam controlar, gerenciar e administrar o uso de energia na empresa. Dessa forma, é possível reconhecer problemas, encontrar oportunidades e estruturar processos de melhoria contínua. 

Em outras palavras, gestão de energia significa melhorar a forma como um negócio utiliza energia elétrica. Ela pode englobar desde ações simples, como analisar o consumo mensal na conta, até descobrir se as máquinas utilizadas estão sendo eficientes na hora de consumir energia e produzir. 

As vantagens de contar com esse tipo de cuidado são: otimização de recursos, avaliação de metas de performance, resolução de questões que podem estar prejudicando o funcionamento dos processos, e redução de custos. 

Tudo isso, claro, sem falar da preocupação com a sustentabilidade, reduzindo a emissão de CO2 e apostando, se possível, em fontes renováveis, que ofereçam energia limpa.

Como fazer uma gestão de energia eficiente?

Uma vez que uma organização entenda o conceito e a importância da gestão de energia, é igualmente interessante saber quais etapas estão envolvidas nesse processo.

A seguir, confira um breve resumo de como ele funciona na prática: 

Etapa 1: Medir

Nos dias atuais, com as novas tecnologias disponíveis, é possível realizar a coleta de dados por monitoramento de energia em tempo real, enviando essas informações automaticamente para o armazenamento em nuvem, por exemplo. Dessa forma, encontra-se padrões de desperdício que seriam impossíveis de outra maneira. 

Etapa 2: Encontrar oportunidades

Com os dados coletados e organizados, chega o momento de analisar e procurar oportunidades de melhorias, que podem ou não incorrer em investimentos financeiros. Ex.: a possibilidade de encontrar gastos que não deveriam existir. 

Etapa 3: Atuar

Neste momento, é a hora de resolver os problemas e abrir portas para a melhoria da eficiência energética do empreendimento. 

Etapa 4: Acompanhar

Uma vez que as medidas necessárias são tomadas, é preciso saber se o resultado de cada uma delas confirma as hipóteses traçadas pelos planejamentos. 

Algumas perguntas que podem ser feitas neste momento sobre gestão de energia: a ação teve o efeito esperado? Os processos estão mais eficientes? Qual foi o ROI do projeto? Como realocar o que foi economizado?

Para quais empresas é recomendado contratar uma gestora de energia – e quais são as vantagens?

Atualmente, o cenário e as estimativas apontam que a abertura do MLE em 2024 viabilizou a migração de mais de 100 mil unidades consumidoras . 

Isso significa que qualquer empresa que deseja ingressar nesse ambiente deveria contar com o suporte de uma gestora de energia. Esta precisa oferecer não só o suporte para a transição, mas também o gerenciamento, controle e otimização do uso de energia. 

Portanto, a atuação desse tipo de serviço acontece em diferentes frentes, incluindo:

  • Análise prévia da realidade do negócio, avaliando como é o consumo de energia atual para conduzir estudos sobre a viabilidade de novas oportunidades; 
  • Elaboração de estratégias para a otimização energética, considerando as metas e necessidades específicas do cliente; 
  • Contratação de tecnologias que irão atuar diretamente nos problemas identificados, apostando em investimentos que realmente farão a diferença;
  • Criação de práticas operacionais mais sustentáveis; 
  • Otimização de custos importantes para o planejamento da empresa;
  • Acompanhamento do consumo energético e adequações conforme elas se façam necessárias. 

Em última instância, uma gestão de energia bem-feita se traduz em eficiência energética – ou seja, a diminuição do gasto de energia para produzir a mesma quantidade de produtos. 

Essa conquista é vantajosa não só para a empresa, que passa a ter menos custos produtivos e um crescimento mais potente, mas também para a sociedade e para o meio ambiente como um todo. 

Afinal, ao diminuir a emissão de poluentes no ar, também há uma redução dos problemas respiratórios, mortes prematuras e gastos com questões de saúde.

Conclusão: é cada vez mais essencial que as empresas invistam em gestoras de energia de qualidade, como a Clarke, que possuam profissionais especializados com conhecimento técnico na área para garantir os resultados esperados. 

É como afirma Fernanda Santos, do time de Gestão de Clientes da Clarke: “A Clarke Energia conta com um marketplace próprio e um time de especialistas capaz de adaptar nossos serviços às reais necessidades dos nossos clientes. Oferecemos um acompanhamento detalhado e completo, para que as empresas consigam explorar os melhores preços e descontos”. 

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