Dados da CCEE divulgados na primeira semana de outubro mostram que cerca de 8,7 mil consumidores conectados à alta tensão (Grupo A) estão em processo de migração para o Mercado Livre de Energia e poderão economizar até 40% no valor da conta de luz em 2024. 

Este aumento pode ser explicado por uma mudança importante que o setor elétrico brasileiro passará no ano que vem. O Mercado Livre de Energia estará aberto para todos os consumidores do grupo A atendidos em alta e média tensão. 

Com essa mudança, novos dados da CCEE mostram que aproximadamente 37 mil consumidores possuem o potencial de migrar para esse novo ambiente de contratação. Por isso, as empresas que atendem aos requisitos poderão se preparar e avaliar as vantagens. 

Mas, essa não é a única novidade no setor energético. Também haverá alteração relacionada às fontes de contratação de energia e representações para os consumidores do Mercado Livre. 

Se você deseja entender as transformações que aguardam o Mercado Livre de Energia em 2024, este texto preparado pelo time da Clarke irá te ajudar. Boa leitura!

  1. Abertura do Mercado Livre de Energia em 2024

O ambiente de contratação livre foi inaugurado em 1996 no Brasil. Porém, ele se restringia somente a grandes consumidores com demanda superior a 500 quilowatts (kW). Tal exigência limitava bastante o acesso. Afinal, segundo dados do Valor Econômico, apenas 12,3 mil unidades consumidoras, dos mais de 90 milhões existentes no Brasil, possuem acesso ao segmento. 

Porém, conforme a Portaria Normativa nº 50, que começa a vigorar em 1 de janeiro de 2024, todos os consumidores do Grupo A, poderão realizar a migração, pois esse limite mínimo deixou de existir. 

No entanto, a portaria não traz alterações para  os consumidores de baixa tensão (Grupo B). O Ministério diz que esse é próximo passo para uma desregulação mais ampla do setor, e que uma nova consulta a respeito do tema será publicada “em breve”.

2. Representação através de uma comercializadora varejista

As empresas que participam do Mercado Livre de Energia se associam a um comercializador varejista ou atacadista. No modelo de comercialização atacadista, o cliente é um agente dentro da ccee, e portanto tem diversas responsabilidades e obrigações que devem ser seguidas. Enquanto isso, no modelo varejista, já no modelo varejista, o agente da CCEE que representa o cliente será o fornecedor, fazendo com que o cliente não precise se responsabilizar por diversas das obrigações que existem no modelo atacadista.

Para 2024, também foi estabelecido que os consumidores do grupo A que possuem uma demanda inferior à 500 Kw deverão ser representados na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) por uma Comercializadora Varejista.

Entenda mais sobre a diferença entre uma comercializadora varejista e uma atacadista no blog da Clarke.

Deseja migrar para o Mercado Livre de Energia? Fique atento às exigências

O processo de migração para o Mercado Livre de Energia leva cerca de seis meses para ser finalizado. Portanto, caso a sua empresa tenha esse direito agora, é preciso iniciar o quanto antes.  Além disso, o estudo da demanda de energia também é necessária para que você consiga fechar negócios satisfatórios com fornecedores. 

A Clarke Energia ajuda sua empresa a realizar a migração para o ACL. Ademais, contamos com mais de 50 fornecedores em nosso marketplace. Fazemos um estudo de mercado e te ajudamos a escolher o que melhor se adequa para você. 

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Agora que você já está por dentro das mudanças no Mercado Livre de Energia em 2024 , que tal pensar em como sua empresa pode gastar menos com a conta de luz de maneira sustentável? Na Clarke Energia, ajudamos seu negócio a economizar sem investimento nem mudança nos padrões de consumo. Faça já uma simulação e descubra o quanto você pode poupar!

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