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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que na próxima terça-feira (31/08) vai aumentar mais uma vez os valores praticados nas bandeiras tarifárias. Mas você conhece o histórico do sistema de bandeiras tarifárias no Brasil?

O sistema de bandeiras tarifárias começou a funcionar no Brasil em janeiro de 2015. Ele é uma sinalização para que o consumidor saiba todo mês as condições e os custos de geração de energia do país. É uma cobrança extra para equilibrar os custos da distribuidora de energia, quando ela fica mais cara.

 São três modalidades de cobrança extra: verde, amarela e vermelha. Quando a produção de energia está favorável, a conta fica mais barata. Nesse caso, aciona-se a bandeira verde.

A bandeira amarela aparece quando a produção está em sinal de alerta. Já quando as condições estão ruins, a vermelha é acionada. Essa última tarifa tem ainda dois patamares de cobrança, um caro (vermelha 1) e outro mais caro (vermelha 2).

Como estamos em 2021? 

O período de chuvas terminou e os reservatórios estão com o menor nível desde 2015. Por isso, será preciso acionar a geração de energia por termelétricas, o que gera essa cobrança extra para os consumidores.

Antes mesmo dessas projeções serem divulgadas, já estamos passando por cobranças extras desde dezembro de 2020. São nove meses de taxa extra na conta de luz consecutivamente.

A tendência é ficar ainda pior, uma vez que a geração de energia não melhorou. A expectativa do setor é de que a bandeira vermelha patamar 2 fique até o final de 2021, com reajustes.

Histórico do sistema de bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias existe há 7 anos. Ao longo do tempo, a Aneel praticou alguns reajustes, seja para aumentar ou reduzir a cobrança extra paga pelos consumidores. Veja esse histórico abaixo:

Janeiro de 2015

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1,50 a cada 100 kWh
  • Vermelha – R$ 3 a cada 100 kWh

Março 2015

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 2,50 a cada 100 kWh
  • Vermelha – R$ 5,50 a cada 100 kWh

Setembro 2015

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 2,50 a cada 100 kWh
  • Vermelha – R$ 4,50 a cada 100 kWh

Janeiro de 2016 (foi criado o patamar 1 e 2 da bandeira vermelha)

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1,50 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 3 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 4,50 a cada 100 kWh

Março de 2017

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 2 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 3 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 3,50 a cada 100 kWh

Novembro de 2017

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 3 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 5 a cada 100 kWh

Julho de 2019

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1,50 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 4 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 6 a cada 100 kWh

Novembro 2019

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1,34 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 4,16 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 6,24 a cada 100 kWh

Julho 2021

  • Verde – sem cobrança
  • Amarela – R$ 1,87 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 1 – R$ 3,97 a cada 100 kWh
  • Vermelha patamar 2 – R$ 9,49 a cada 100 kWhHistórico das bandeiras tarifárias no Brasil

Existe alternativa?

Sim. Em momentos como esse, de aumento significativo na conta de luz, qualquer economia é bem-vinda. Na Clarke Energia, ajudamos empresas a economizarem até 30% com o Mercado Livre de Energia. Nessa modalidade de compra de energia livre, não há cobrança de bandeira tarifária.

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Um abraço