Os medidores de energia, como o próprio nome sugere, são responsáveis por medir a energia consumida de uma unidade consumidora. Sendo mais técnico, mede a corrente, tensão e potência elétrica de uma rede local. Esses medidores muitas vezes são chamados medidores inteligentes ou smart meters.

Esses medidores inteligentes recebem, automaticamente, informações em tempo real sobre o consumo de eletricidade. Com eles, é possível saber quais equipamentos estão consumindo mais energia, quais são os horários de maior consumo, entre outras informações.

Por esse motivo, funciona como o que chamamos de gestão à vista. A energia pode ser gerenciada no detalhe para evitar desperdícios. 

Para clientes de baixa tensão (Grupo B), é possível acompanhar um indicador instantâneo de consumo, como se fosse um farol de trânsito, que indica se estamos consumindo dentro da meta (verde), acima dela (amarelo) ou se estamos gastando mais que o ano anterior (vermelho).

Foto: AndreyPopov/ Getty Images

Quando pensamos em empresas no Grupo A, as funcionalidades vão além. Podemos acompanhar a demanda para evitar ultrapassar a Demanda Contratada (se não sabe o que é, entenda aqui), monitorar o fator de potência e nossa energia reativa e assim projetar a sua conta de luz para o final do mês.

Um medidor inteligente de energia e o suporte de um especialista (como a Clarke) geram não só resultados de curto prazo com economia, mas também uma inteligência proativa para estudar sempre de forma antecipada se as inovações do setor elétrico são ou não são interessantes para você (por exemplo: baterias elétricas). 

Aqui na Clarke, nós atendemos dezenas de clientes (pequenas e médias empresas) que monitoram esse consumo com smart meters e acompanhamento em tempo real. Se tiver interesse nesse serviço, entre em contato com a gente! Podemos te ajudar. 

Impacto ambiental 

Outro fato muito bom sobre a redução da conta de luz que pouca gente associa é a redução do impacto ambiental

Quando pensamos no consumo de energia da nossa empresa ou da nossa casa, é preciso reforçar o desafio que temos no mundo com relação ao consumo consciente. 

Atualmente, a energia é uma das commodities que mais deixa uma pegada ambiental. No mundo, mais de 60% da energia elétrica vem de combustíveis como petróleo e carvão. De forma clara, toda vez que ligamos o micro-ondas da nossa casa (ou qualquer outro eletrodoméstico) cada minuto custa caro para o mundo. 

Por esse motivo, existem dois caminhos para corrigirmos nossa relação com o mundo: construir uma matriz elétrica inteligente, limpa e segura por parte dos geradores e ter um consumo mais consciente. 

Somado ao contexto de impacto ambiental, a energia elétrica no Brasil se tornou algo muito caro nos últimos anos. Ela representa, para muitas empresas, o primeiro ou o segundo custo fixo mais alto dentro do mês. 

É preciso mudar

Por isso, ocorreram diversas mudanças na forma como nos relacionamos com a energia elétrica. Recentemente, observamos o surgimento da Tarifa Branca para os consumidores de baixa tensão e a explosão de empresas vendendo sistemas de energia solar para seu telhado. 

Mas não vai parar por aí, teremos também uma abertura gradual cada vez maior para consumidores escolherem seu fornecedor de energia e negociar o preço a ser pago (isso mesmo, um ambiente de livre negociação) e em breve os painéis solares serão acompanhados por baterias elétricas, cada vez mais econômicas e eficientes.

Na Clarke, acompanhamos todas as mudanças do setor elétrico e nos antecipamos em grande parte delas. Se quiser acompanhar junto com a gente, volte aqui no blog mais vezes ou chama a gente no WhatsApp. Adoramos conversar sobre o futuro da energia. 

Um abraço 💙